E depois de tanta azáfama, tudo termina e volta ao normal.

Depois de supermercados e lojas cheios de gente, produtos esgotados (este ano nem tanto), desespero para escolher presentes adequados especialmente no preço, casas cheias de familiares e amigos, trânsito, stress de escolher uma festa de passagem de ano agradável, curiosidade para abrir presentes, entusiasmo das crianças … tudo termina num ápice.

E ainda bem, porque se tivessemos que viver muito mais tempo em festa seria de certeza complicado, os médicos de férias, os supermercados desfalcados, lojas fechadas para descanso no dia 26, muita gente de férias, demasiadas pessoas nos centros comerciais, as pessoas sem vontade de trabalhar (não só na época festiva, mas nesta deve ser pior), etc.

Mas por fim tudo acalma e sem nos apercebermos estamos num novo Ano com os desejos formulados e pedidos ao engolir de cada passa e das doze badaladas, renova-se a esperança de que tudo irá correr melhor, desta vez, e se ainda não for desta para o ano pedimos novamente, porque a esperança é a última a morrer.

Para todos (e para mim) desejo um ano cheio de tudo o que mais quiserem!