Com o briol que por aí anda a coisa pede trópicos, água caliente e caipirinhhas para arrefecer a caldeira. Saudades do calor, chinelo na pata e calçonito para arejar o canivete. A alegria do Verão arreda qualquer tentação de lareira, chá e torradas.

Trocava tudo por um dia de Julho na Arrifana, ondas perfeitas, meia dúzia de caramelas na areia e o bafo do sol a tostar o coirato – só dava um jeitinho na temperatura da sopa, coisa pouca, uns míseros 5 graus.

Para o almocito marchava uma sapateira, camarão tigre grelhado e um robalito ao sal. Regava tudo com um xarope de cevada ou um branco raça Esporão. Para terminar aviava uma terrina de Baba de Dromedário gelada com avelãs e nozes.

Para a perfeição ser atingida só faltam duas coisas:

A malta!!!

Pranchas!!!

Confesso que também me fazia falta a mulher dos meus sonhos para investigar o que fica para lá da volta da arriba.

Com um cenário destes só comprava bilhete de ida!