Vou começar por dizer que prefiro o céu porque foi o que me incutiram desde sempre como uma coisa boa e que se fossemos bons em vida seríamos dignos de ir para o céu, o inferno não, sempre me foi apresentado como uma coisa má e como sou medricas não gosto de coisas más ou obscuras e especialmente demasiado quentes (apesar de ser friorenta, mas q.b.); relativamente aos números sempre preferi os pares não sei se é pelo facto de sempre ter detestado estar sozinha; em relação às cores gosto do branco e do preto e as duas em conjunto ficam muito bem, tenha-se como exemplo o logótipo da Chanel; Homens – decididamente prefiro homens, têm algumas coisas que podiam melhorar (e só não melhoram porque não estão para aí virados) mas de uma forma geral são mais unidos, também gostam de “cusquices” mas nada que se compare com as mulheres e têm mais cuidado quando o fazem, se querem estar bem vestidos é muito mais fácil, para as mulheres criou-se uma panóplia de opções que por vezes já não se sabe o que fica bem ou o que fica mal (nos tempos que correm tudo é uma possibilidade).

Mas o tema era mais sobre dicotomias veio-me à cabeça que “os opostos se atraem”, mas agora ao escrever pareceu-me um lugar tão comum … será? Quando algo ou alguém nos atraí, a maior parte das vezes, não vamos pensar que deve ser o meu oposto … Exemplos: “Aquela mala é tão gira! Ficava-me mesmo bem, tem tudo a ver comigo.; “Aquele rapaz tem uma aparência mesmo engraçada, vou meter conversa”(esta acção não é nada o meu género, mas estamos só a imaginar) – Não há nada de oposto à 1ª vista … mas e depois? Compramos a mala e não cabem lá todas as nossas coisas ou não dá com a nossa roupa; E o rapaz muito giro, ás vezes, tinha um “feitio tramado”.Mas numa segunda análise, em relação à mala pensamos que se calhar andamos com demasiada tralha atrás ou então que é tão gira que no futuro quando comprarmos roupa vai ser para dar com a nova mala; em relação ao rapaz descobrimos outras coisas maravilhosas para além do feitio (Não esquecer que não existem príncipes encantados … nem princesas).

Provavelmente, há um ponto de equilíbrio, uma velocidade de cruzeiro para cada um de nós só temos que a procurar e mantermo-nos assim o máximo de tempo possível ou até deixarmos de nos sentir bem …