Trabalho numa instituição que tem no seu quadro de pessoal mais de DC pessoas, de todas as cores e feitios, sexos, idades (dentro do legalmente possível) e com todos os graus de ensino legalmente reconhecidos em Portugal.

Por deveres e, acima de tudo, obrigações profissionais, contacto regularmente com todo o proletariado, os meus camaradas de jorna e, naturalmente, nutro por eles o mais variado tipo de sentimentos, que vão desde à indiferença absoluta ao prazer pessoal e real de conviver com eles, interna e externamente. O sentimento mais comum é a indiferença. Se nunca tivessem nascido… (sei que uns milhares também dirão o mesmo de mim, mas é a vida!)

Esta semana, entrei num restaurante com uma colega e depois de almoço, quando volto ao meu local de trabalho, um dos colegas que trabalha directamente comigo, e que estava no restaurante a almoçar sozinho, perguntou-me “Então? Safaste com a estagiária?”. Fiquei sem palavras, o que nem é muito normal! Mas, isto agora funciona assim? Ninguém pode ser visto com ninguém?

Pelos vistos não! Sei como são os homens (também sou do grupo), mas a imbecilidade tem limites!

Há dias um colega também me disse que corre a informação que eu já fui casado… ainda bem que me disseram, senão não saberia que tinha sido! Já para não falar que já andei com uma colega loira, uma divorciada e com outra colega com quem costumo rir um bocado e partilhar a mesa do restaurante!

Quando criaram a personagem do predador só podiam estar a pensar em mim… pena que não tenha ganho nada com o negócio. Vou falar com o meu advogado. Isso não pode ficar assim!

Pelos vistos, as alcoviteiras continuam bem assanhadas e muitas também têm barba na cara. O seu veneno é tanto que ultrapassa o lixo nuclear escondido nos oceanos (a diferença é que as alcoviteiras reduzem-se a pó!)

Confesso e proclamo, já que isto aqui é um momento de tensão, que já não tenho paciência para vocês alcoviteiras! Ocupem-se! Preocupem-se com a vidinha de merda que vocês têm! Façam algo de útil pela sociedade ou reduzam-se à vossa insignificância, porque o lugar que vocês merecem nesta sociedade é um esgoto, cheio de ratazanas gordas, com um cheiro pestilento e nauseabundo. Posso dar-vos um conselho? não olhem para o espelho, porque vão ver uma bruxa super gorda, feia, cheia de borbulhas , com a cabeça do tamanho de uma ervilha e orelhas de burro e um rabo tão grande que os grandes parecem pequenos.

Tenho pena de vocês, apesar de tudo, porque a vosso cérebro não evoluiu, e acreditem que pensar de uma forma positiva também é um prazer, que ser genuíno com os outros é um prazer, e que dormir de consciência tranquila é uma coisa que só os justos sentem.

Tenho mesmo pena de vocês, mas recebam desde já o meu desprezo e que o vosso sangue se transforme em veneno: “Ratapum Variociose Canum Zapatat Trim Pilim Bazum”! Puf!