Num momento de sofrimento profundo por pensar que a vida lhe tinha voltado as costas, rodeado dos poucos amigos que fez durante a sua existência como consequência do seu comportamento arrogante e sistemática afirmação de poder, certa pessoa desabafou: Vós sois os meus amigos! Adoro-vos porque reúnem as qualidades que eu defini como aquelas que aprecio nas pessoas: Inteligência, confiança e bondade… Todos e cada um de vós me demonstrou possuir estes atributos e são para mim um exemplo… Frui da vossa forma de ser sempre que tive um momento de fraqueza e necessito que me ajudem agora… Os que ouviram tal confissão afastaram-se por momentos. Ao voltar disseram: Queremos que saibas que foste tido, até hoje, como um exemplo pela força que patenteaste. Queremos que saibas que nos nossos maus momentos olhamos para ti e sentimos que era possível fazer mais e melhor. Queremos que saibas que não somos capazes de aceitar fraqueza na tua pessoa… Agora que nos pedes ajuda e nos confessas fraqueza não te podemos auxiliar porque tu não és quem nós conhecemos….

 

Moral da história: devemos sempre aparecer como somos… porque os outros nem sempre vêem o nosso verdadeiro ser!