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O Tolan referiu-se, num post anterior, a mais uma classificação atribuída aos nossos homens modernos, como não sabia muito bem quais as caracteristicas desta nova espécie, fui investigar na internet e encontrei o site – gastrosexual.com …

E o que lá diz é o seguinte:

A person with passion for food and sensual pleasures that derive from it

Passionate about food, deriving pleasure from its preparation and consumption, thrilled by the shape of a pepeer or seduced by the perfect combination of flavours.

Portanto estes senhores não gostam só de comer gostam também de cozinhar, o que não me parece é que gostem de o fazer todos os dias, porque eu até reconheço que os homens cozinham bem, o problema é quando a coisa se torna rotineira … mas pode ser que esteja enganada. Ainda encontrei outros sites onde referiam que também gostam de pôr a mesa, cada vez gosto mais deste novo homem …

No site que referi inicialmente é também possível fazer um teste para saber o tipo de gastrosexual que se é, deve ser para os indecisos … gostam de comer tudo (“tudo o que vem à rede é peixe”), fica um bocadinho mais dificil de definir o seu tipo, só mesmo com a ajuda de um teste …

Mas nesta classificação senhora não entra, até porque os gastrosexuais apreciam e cozinham os alimentos de forma a agradar às senhoras, deviam-lhes dizer que precisamos de manter a linha para que continuem a gostar de nós, Ah mas estava a esquecer-me que provavelmente não são gastrosexuais todos os dias, pelo menos no que diz respeito ao acto de cozinhar já o mesmo não se deve aplicar ao acto de comer …

Espero ter esclarecido mais um bocadinho sobre mais esta nova moda …

A tentativa de utilizar a palavra sexo para subir as audiências foi um estoiro monumental. Nem uma visita, nem um comentário, vou ter de conquistar o apreço dos leitores pela via clássica. Confesso que o fracasso me enche de orgulho e confirma que o clube de fãs é etimologicamente erudito.

A jornada vai ter de se realizar pela vertente Norte e na rota dos bravos. Asssim seja caríssimos leitores!

Montado em Rocinanate, iluminado por Zeus e valente como Sandokan aponto em direccção ao Olimpo dos escribas.

P.S. Poça! Nem uma visita! Apre!

Começo por dizer que não sou muito aventureira e não gosto muito de sair de casa …

Gosto de coisas certas e seguras e o incerto e desconhecido provoca-me algum desconforto, embora goste de uma bela surpresa, e apesar de não gostar do desconhecido este teima em aparecer por diversas vezes no meu horizonte, é uma situação incontornável.

Uma coisa é certa sempre que vou a algum lado, tenho sempre saudades de casa e vontade de regressar (mesmo que por vezes seja complicado deixar algumas pessoas), afinal de contas a nossa casa é sempre a nossa casa, onde estão as nossas coisas mais queridas, onde sabemos o lugar das coisas, onde temos o que nos faz falta, e onde não estamos sempre com o stress de nos esquecermos de algo.

Viajar pode ser bastante interessante e divertido, até há pessoas que são viciadas em viagens, mas também se pode tornar num grande stress. Os aeroportos e o facto de andar de avião, têm cada vez menos encanto, os hotéis para terem tudo o que precisamos são sempre demasiado caros, e por mais que tudo esteja planeado vamos sempre para o desconhecido. E depois há as malas detesto fazer malas … talvez porque já fiz demasiadas …

O interesse das viagens está em nos ser possível conhecer novas culturas, novas paisagens, monumentos, enriquecermo-nos com o que vamos aprendendo.

Até hoje tive sempre vontade de regressar espero que continue assim por muitos e longos anos ….

O que ando aqui a fazer? É uma bela pergunta que me faz primeiro pensar na minha vida como um todo, para depois começar a fazer um “zoom” aos diversos compartimentos que compõem a minha vida …

Para começar não conheço ninguém, nos meus contactos, que tenha ou que tivesse uma vida igual à minha actual (talvez a minha avó materna que morreu bastante feliz), não sei se é mau ou se é bom mas de certeza é diferente …

O que sinto a maior parte do tempo é que tento aperfeiçoar tudo o que faço e tudo os que estão em contacto comigo fazem, o que como imaginam é sempre complicado, e por vezes leva-me a discussões acesas e irritações desnecessárias (Exp: Tentar que uma criança de 2 anos seja arrumada … não é agora mas há-de ser). Como é obvio nunca atinjo a perfeição, porque esta não existe …

Depois muito do meu tempo é dedicado a fazer coisas que proporcionem felicidade à minha família (ou pelo menos este é o meu objectivo), através do facto de se sentirem bem na casa que habitamos porque tem uma decoração agradável, está limpa e arrumada sem estar imaculada, projectar roupas para o dia seguinte (é verdade adoro o meu sonho era ser fashion adviser), ir à piscina com o meu filho, etc, etc., etc. Já sei que devem estar a pensar – Este Stanley não existe … ou então que vida tão monótona …  Eu sinto-me bem e quando deixar de me sentir mudo e vou à procura de outra vida.

E como é óbvio não penso só nos outros penso também em mim, por isso gosto de ter uma apresentação agradável (para mim e para os que convivem comigo), e para isso são necessários alguns cuidados.  

Este tema fez-me pensar que o ano novo está aí à porta e que é melhor começar a fazer a lista de desejos para 2009 …

Sei que tenho muita coisa a melhorar e que quero melhorar, só não sei se vou conseguir, mas vou de certeza esforçar-me.

É gratificante conhecer gentes de outros mundos que não o nosso.

Foi-me dada mais uma vez a oportunidade de conviver durante 7 dias com gentes de outras nacionalidades, 20 no total. Ingleses, Galeses, Escoceses, Polacos, Estónios, Lituanos, Alemães, Holandeses, Franceses, Canadianos, Brasileiros, Holandeses, Belgas, Hungaros, Ucranianos, Checos, Romenos, Russos e Sul-Africanos!

Poder conviver com esta diversidade cultural é uma previlégio que poucos têm. Discutir “obamanias”, banqueiros corruptos, relações humanas, culturas e tudo o que nos vem à cabeça é brutal.

Fizemos um “petisco” cultural. Cada um dos participantes trouxe algo tipico do país de origem. Eu trouxe: Queijo da Serra, Vinho Tinto da Estremadura e um inglês trouxe vinho do Porto. Fomos os campeões. Não sei se foi a minha habilidade para vender o produto ou se foram as qualidades intrinsecas dos mesmos mas fomos eleitos os campeões da gastronomia (mais uma vez demostrei que sou um “gastrosexual”)!

Mas meus amigos, para animar a festa só mesmo os Ingleses e o Sul-Africano… esta malta canta que se farta!

Cada vez mais considero que os nossos mais antigos aliados são um povo extraordinário que tem uma capacidade única para animar os demais.

Como é extraordinário o mundo e todos aqueles que o habitam… No entanto e para quem infelizmente conhece menos quero que acreditem que, nós portugueses, não somos em nada inferiores aos demais; Do alto da minha arrogãncia atrevo-me a dizer: “antes pelo contrário”… talvez isso explique os anos 1500. Veremos o que nos reserva o futuro.

1.    Não vou falar de sexo

2.    É apenas uma forma de verificar se esta palavra, efectivamente, dá mais nas vistas que qualquer outro tema.

3.    Assim sendo passo a iniciar todos os meus artigos por tró-ló-ló e truca-truca.

4.    Afinal sempre vou abordar o assunto. A prática do dito recomenda-se.

5.    Os homens têm a fama de tarados e as mulheres de santas. Porque será?

6.    Sustentar uma relação pelo sexo sem amor?

7.    Amor sem sexo?

8.    Sexo como acto mecânico sem entusiasmo?

9.    Sexo com ternura?

10. Sexo com urgência?

11. Sexo, sexo, sexo…

A loucura da vida é estar inteiro com quem seja. Aos homens sempre assentou bem o papel de garanhões insaciáveis e eu não quero passar por coninhas. Bastava substituir a palavra sexo por amor.

Há dias um amigo mostrou-me um poema que escreveu para a sua mais-do-que-querida-e-amada e pediu-me uma opinião.

Não sendo eu um expert na matéria, pedi-lhe autorização para divulgá-lo neste mundo e entregá-lo ao cuidado dos sentidos de quem o ler.

Assim dita o coração do amador (amador é alguém que ama com dor, claro):

“O teu perfume”

“adoro cheirar-te!
encostar o nariz ao teu pescoço
e deixá-lo estar, a sentir os sabores do teu corpo

perco-me ao fazê-lo,
porque o tempo deixa de correr,
porque me esqueço do mundo
e de todas as minhas tristezas

abraço-te com força, não consigo de outra forma,
e a energia que libertas, é a energia que me alimenta
que me faz sorrir, gargalhar ou até chorar

são momentos de puro e infinito prazer
porque todo o teu corpo abraça o meu
e todo o teu calor aquece-me o coração

cheiro-te poucas vezes
porque poucas vezes me posso perder,
estás sempre tão longe e tão ausente,
que aprendi a dizer “saudade”

mas nunca me esqueço de todo o prazer que sinto
e por isso desejo-o sempre

abraçar-te, cheirar-te, sentir-te.
respirar o ar que tu respiras,simplesmente!”

Há momentos na vida em que chegamos ao “ponto de ruptura”! Quando o faço tenho o fraco consolo de ter a consciência tranquila, consiência essa que confronto com a desilusão de ter chegado a uma barreira que considero intrasponível.

 

Esta ruptura pode ser relativa às funções que desempenhamos e ao comprometimento com quem nos remunera o trabalho; Pode estar relacionada com antigos amigos ou amigas; Ou com gentes que amamos e queremos muito e que de um momento para o outro se transformam em tarefas ou seres incipientes e irrelevantes!

 

Este ponto é um daqueles sítios onde não queremos ir e donde queremos sair. Eu pessoalmente acabo de chegar a um. Vou observá-lo durante algum tempo e, provavelmente, vou voltar para o local de onde nunca deveria ter saído.

 

Não me arrependo de ter pensado ficar por lá e não há nenhum segundo no qual me envergonhe disso. Não sou de arrependimentos apesar de reconhecer erros e aceitar reverter posições quando intuo uma possível evolução, 

e por isso que uma das minhas verdades é que, quando me engano nas avaliações que faço, quando me apercebo que o caminho escolhido não é o melhor e como tal devo corrigir o meu comportamento focalizando-me no que importa, devo acima de tudo lutar e trabalhar para que o futuro seja melhor.

 

Recentemente pensei estar num caminho que me levava a um local do qual não queria sair, mas afinal, nem o caminho era bom, nem o final da caminhada foi feliz, pelo menos essa é a minha percepção actual! É óbvio que, neste momento, a evolução deste sentimento ou percepção não depende de mim!

 

Segui um anjo e dei de caras com uma puta! – disse-me alguém no dia em que descobriu que afinal o mar não era azul…

 

É por isso que sempre que saio do meu mundo, quer em sonhos quer na realidade, acabo sempre por concluir que o melhor é voltar ao mais seguro dos portos… não sei se será sempre assim, mas isso só a vida dirá, o certo é meu amigos, que até hoje, fosse em que cenário fosse, sempre que fui ali (…) voltei porque me apeteceu regressar…

Varões e Varonas da pena, dita a regra que o vosso estimado Martini definiria os temas para Dezembro.

Ora, dado que de Nordeste sompram ventos gélidos, agarrem num xaile, numa mantinha, façam uma boa braseira, metam-na debaixo da camila, e dêem ao dedo. Não se esqueçam de acompanhar as redações com cafeína e nicotina, pois não se pretende traços caligráficos de estagnada encefalia.

Num rufar de tambor, os temas de guilhotina são:

3 / XII / 2008 - Diálogos mudos de um Lusitano, à lareira com Deus e o Diabo!

10 / XII / 2008 – Ao Soldado Esquecido sob o fantasma do Colonialismo.

17 / XII / 2008 – No banco de trás de um 127 mergulhei no teu corpo!

24 / XII / 2008 – Foi Natal!

31 / XII / 2008 – Educai o meu umbigo, pois amanhã nada mudará!

Eu prometo a Deus nosso senhor, a todos os santos e anjos, a todos os bispos de habitam de Roma a Alguidares de Baixo, ao Presidente da República, ao Primeiro dos Ministros, ao Governador do Banco de Portugal, ao ex-Presidente do BPN, ao seleccionador nacional de futebol e ao Gilberto Madail, prometo que no dia em que os meus colegas não disseram mal do nosso pseudo-chefe eu vou a pé até onde os mensageiros d’Ele me disserem para ir, seja Fátima, Lourdes, Vaticano ou qualquer outro paraíso fiscal.

Fosga-se!

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